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Juíza federal Vânila Moraes e representantes do iluMinas marcam a presença da Justiça Federal de Minas Gerais no E-Labs

10/06/21 19:12

Na manhã do dia 10 de junho, laboratórios de inovação da Justiça Federal de diferentes regiões se apresentaram no E-Labs (Encontro de Laboratórios de Inovação). Laboratoristas mostraram, por meio de pitchs - apresentações rápidas - as similaridades e as peculiaridades de seus laboratórios, reforçando a importância da disseminação da cultura da inovação.

O evento está sendo realizado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), STJ (Superior Tribunal de Justiça), Justiça Federal da 3ª Região e pela organização Judiciário Exponencial. A abertura do quarto dia foi marcada por uma divertida animação produzida pelos laboratoristas do pioneiro IjuspLab, da 3ª Região, sobre o seu quarto aniversário. O Liods do TRT 12ª Região, que se apresentou em seguida, enfatizou a interdependência entre a inovação e o uso da tecnologia - sempre com o apoio da alta administração. 

O iluMinas -Laboratório de Inovação da Seção Judiciária de Minas Gerais fez o seu pitch às 9h40m. A Coordenadora do iluMinas, Jacqueline Braga Pelucci, e o Vice-Coordenador, José Fernando Barros e Silva, mostraram como o laboratório foi criado, seus principais desafios, e as soluções desenvolvidas, tanto na estruturação do espaço físico quanto no desenvolvimento da concepção das dinâmicas de inovação.

Jacqueline e Fernando relembraram os passos iniciais do iluMinas, como o processo de escolha do nome, da logomarca e da mascote, a cerimônia de inauguração e as primeiras oficinas de trabalho - como a da Central de Inteligência. Segurança e Transporte. T

(Saiba mais sobre as exposições no Canal do Judiciário Exponencial no YouTube,

https://www.youtube.com/watch?v=T0Lk-IO9vfM)

 

Painel provoca reflexão sobre a ligação entre os centros de inteligência e os laboratórios de inovação

Ainda pela manhã, foi apresentado um painel composto pela Diretora do Foro da Justiça Federal de Minas Gerais, Vânila Cardoso André de Moraes; a juíza federal da Justiça Federal de São Paulo, Kátia Hermínia Martins Lazarano Roncada, e a juíza auxiliar da presidência do CNJ e juíza federal do TRF4, Ana Aguiar, que atuou como moderadora.

As exposições das palestrantes lançaram luz sobre o tema cada vez mais contemporâneo para o Poder Judiciário que é sobre a cooperação entre os laboratórios de inovação e centros de inteligência, e como essa configuração tem mudado o jeito de encontrar soluções estratégicas ao promover o diálogo e a análise conjunta das demandas repetitivas.

A juíza federal Vânila André de Moraes, em sua manifestação, fez um relato da gênese da criação dos centros de inteligência e suas principais frentes de atuação. Segunda ela, a trajetória dos centros “é uma história traçada por muitas mãos”.

Há nos centros de inteligência a cooperação, o diálogo entra as instâncias - entre o primeiro grau, o segundo grau, o STJ e o STF -, tentando resolver o conflito, fora do espaço jurisdicional”, analisou a magistrada. 

Vânila Cardoso de Moraes falou também sobre a criação do Laboratório de Inovação da Justiça Federal mineira – o iluMinas e da sua colaboração com o centro de inteligência local e, até mesmo, com o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (NUGEP) do TRF1. Entre os exemplos de colaboração citados, a magistrada mencionou o auxilio que o iluMinas tem dado ao NUGEP, através da realização de oficinas, que resultaram no incremento da prestação jurisdicional.

Ao falar do caráter revolucionário e dos impactos positivos na sociedade do trabalho que vem sendo realizado pela rede de inteligência, a magistrada afirmou que os centros de inteligência estão produzindo conhecimento para resolver os problemas reais da vida e defende que esse conhecimento deveria ser levado às universidades.

A juíza Kátia Roncada, ao falar sobre a sua experiência, apresentou alguns casos do iJuspLab - Laboratório de Inovação da Justiça Federal de São Paulo.  Ela destacou uma oficina realizada com a participação de representantes de diversos órgãos públicos e instituições privadas, que, com o auxílio dos laboratoristas do iJuspLab,  debateu o problema levantado pelo centro de inteligência local em relação à necessidade de interdição de pessoas para fins de recebimento de benefícios assistenciais e previdenciários. Os resultados foram satisfatórios e envolveram a perícia e ações preventivas relacionadas à interdição.

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