Tribunal Regional Federal da 1ª Região

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  • Gestão de Riscos
     
     
    Gerenciar riscos é necessário para o aprimoramento dos resultados organizacionais e a prestação de serviços para a sociedade. Nesse sentido, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região elaborou um manual que guiará a implementação do gerenciamento de riscos no Tribunal.
     
    Resolução Presi 34/2017. Institui a Gestão de Riscos na Justiça Federal de 1º e 2º graus da 1ª Região.
    Resolução CJF 447/2017. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Federal e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus.
     
  • Processo de gerenciamento de riscos:

    O processo de gerenciamento de riscos inicia-se com a identificação dos eventos de riscos que podem afetar o alcance dos objetivos estabelecidos para o Tribunal, a unidade, o processo de trabalho ou o projeto. Eventos que prejudicam o alcance dos objetivos são chamados de ameaças e os que afetam positivamente são chamados oportunidades.

    Em seguida, os riscos identificados são avaliados para se estimar sua severidade e assim possibilitar a priorização de tratamento. Probabilidade de materialização e impacto, em caso de concretização do risco, são as dimensões normalmente avaliadas.

    Identificados e avaliados os riscos, a organização deve planejar sua linha de atuação. Essa fase inicia-se com a escolha das respostas a serem implementadas e termina com a definição da estratégia a ser adotada.

    Em seguida, o planejamento e a estratégia estabelecidos devem ser implementados e monitorados para se verificar sua eficiência, eficácia, efetividade e economicidade. Vale destacar que os eventos de riscos se alteram ao longo do tempo, ou seja, não são estáticos e, por essa razão, procedimentos de revisão devem ser estabelecidos.

  • Possíveis respostas aos riscos

    Ao identificar e avaliar os risco da organização, da unidade, do processo, do projeto ou da atividade, cabe aos gestores indicar qual resposta será tomada na etapa de planejamento.

    • Aceitar: significa não atuar no risco identificado. Seria o equivalente a realizar uma viagem de carro sem realizar uma revisão prévia no carro, por exemplo.
    • Transferir: a transferência normalmente ocorre sob a perspectiva financeira. Seguros são bons exemplos de transferência de riscos, uma vez que cobrem parte ou todo prejuízo financeiro de um sinistro.
    • Compartilhar: é encontrar em outra organização um parceiro em relação aos riscos (ameaças ou oportunidades) identificados. Ações de treinamento em que várias entidades se juntam para ter o número mínimo de participantes é um exemplo de compartilhamento de risco.
    • Explorar: explorar é o termo utilizado para oportunidades que são aproveitadas. A implementação de um novo sistema ou nova tecnologia caracteriza a exploração de uma oportunidade.
    • Mitigar: é reduzir a probabilidade de ocorrência ou o impacto no caso de concretização de um risco. Se, antes de uma viagem, você realiza a revisão no carro, espera-se que a probabilidade de quebra do carro no meio da viagem seja menor que na ausência da referida revisão. Vale lembrar que recursos são utilizados para mitigar riscos e, por essa razão, nem sempre é uma opção viável ou a melhor opção em termos de custo e benefício.
    • Evitar: é tomar uma ação oposta à do risco identificado ou não agir. Exemplo: um servidor tem de comparecer a uma reunião em outra cidade. Se ele realizar a viagem de avião, não se poderá falar em risco de quebra do carro, nem se optar por realizar uma videoconferência e, nesse caso, não chegar a viajar (de carro ou de avião). Cabe ressaltar que opções diferentes têm riscos diferentes. Dessa forma, o processo de decisão envolve naturalmente avaliação de riscos em relação às opções disponíveis.
  • Controles internos

    Toda organização vai ter de lidar com riscos. Um barco não cumpre seu propósito se fica atracado no porto, ele precisa lidar com os desafios do mar para transportar pessoas e mercadorias. A metáfora ilustra a necessidade de as organizações enfrentarem os riscos de seu ambiente de negócio para gerar, capturar e distribuir valor. Nesse ponto cabe evidenciar o conceito de controle: ações tomadas para prover alguma garantia de que os objetivos estabelecidos serão alcançados. Pode-se falar em quatro tipos de controles:

    • controles mitigativos ou preventivos: são aqueles desenhados para mitigar a probabilidade de materialização do risco ou impacto caso o risco se concretize;
    • controles identificativos ou detectivos: são utilizados para identificar a ocorrência de risco e, dessa forma, acionar outras ações de controle estabelecidas no caso em que há a materialização do risco;
    • controles diretivos: são aqueles utilizados para conduzir a atuação dos gestores e servidores e, usualmente, estão estabelecidos em normas que versam sobre procedimentos a serem adotados. Existem vários exemplos de regulamentos nos campos de licitações, tecnologia da informação, gestão de pessoas e gestão de projetos, por exemplo;
    • controles corretivos: são desenhados para se restabelecer a normalidade após a materialização do risco. São exemplos de controles corretivos: planos de contingência, planos de continuidade de negócio e fallback plan.
  • Formulários

    A formalização e a evidenciação do gerenciamento de riscos ocorrerá por meio dos formulários, que deverão ser utilizados pelas unidades no gerenciamento de seus riscos. Para tanto, foi elaborado documento para apresentar orientações de utilização dos referidos formulários. Os modelos foram inseridos no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para padronizar e facilitar a sua utilização.

    A seguir é apresentada a visão geral do processo de gerenciamento de riscos (processo mapeado) sob as perspectivas de risco e oportunidade evidenciando em qual momento serão utilizados os formulários de gerenciamento de riscos.

    Mapa do Processo de Gerenciamento de Riscos com os formulários

    Mapa do Gerenciamento de Oportunidades com os formulários

  • Dúvidas frequentes
  • Manual de Gerenciamento de Risco TRF – 1ª Região
  • Resumo das etapas do processo de gerenciamento
  • Orientações para utilização dos formulários de gerenciamento de riscos
  • Versão para impressão

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