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INSTITUCIONAL: Semana do Meio Ambiente: confira as dicas da campanha “No descarte, faça a sua parte”

26/06/20 09:35

INSTITUCIONAL: Semana do Meio Ambiente: confira as dicas da campanha “No descarte, faça a sua parte”

O terceiro dia da Semana do Meio Ambiente do TRF1, “Plantar... Colher...”, abordou práticas corretas de se fazer o descarte do lixo que produzimos diariamente em nossas casas e no nosso ambiente de trabalho. A campanha “No descarte, faça a sua parte” teve o mesmo formato do dia anterior sobre energia elétrica (Acenda a consciência e apague o desperdício): todo o corpo funcional recebeu vídeos gravados por servidores do Tribunal nos e-mails da 1ª Região, na lista de transmissão do WhatsApp e no Informe TRF1 do aplicativo Teams.

Segundo Irani Pierre, diretora do Núcleo de Conservação Predial e Copeiragem (Nucol) e coordenadora do Grupo de Gestão de Resíduos do PLS do TRF1 “nessa semana o TRF da 1ª Região traz aos seus colaboradores um olhar diferenciado sobre o cenário atual em que nos encontramos”. Para Irani, a preocupação com o nosso planeta não pode ser deixada de lado, mesmo em tempos de pandemia, “cuidar da nossa casa comum é essencial, para que ao sairmos dessa crise, possamos reconhecer as suas belezas naturais e os impactos de nosso estilo de vida atual sobre o meio ambiente”, afirmou.

Irani ressaltou, ainda, que “precisamos rever atitudes, criar novos hábitos, ressignificar nossa relação com a natureza e, principalmente, recusar o uso de descartáveis, sempre que possível. Isso vai trazer à nossa vida uma nova visão sobre o consumo e uma nova percepção sobre o propósito da nossa existência. Preservar é garantir que as gerações futuras tenham os mesmos direitos que temos hoje”.

Confira o que os colegas que colaboraram com o envio dos vídeos estão fazendo em casa para o descarte correto dos resíduos!

Lixo eletrônico: a servidora Adriana Dutra, da Assessoria de Comunicação Social (Ascom) do TRF1, ensinou como fazer o descarte ecológico do lixo eletrônico que produzimos. Segundo Adriana, “celulares, notebooks e aparelhos eletrônicos em geral facilitam muito a vida da gente, mas também podem ser muito prejudiciais ao meio ambiente se não forem descartados corretamente”. Para isso, o ideal é entrar em contato com a empresa fabricante do equipamento eletrônico e verificar se lá eles têm uma política de “Logística Reversa”, em que incentivam o consumidor a dar uma destinação correta ao aparelho.

Embalagens tetra pack e de isopor: para a servidora Aline Maria Lima, da Secretaria de Bem-Estar Social (Secbe), a melhor maneira de se descartar embalagens tetra pack, “produzidas por diversos materiais que dificultam o processo de reciclagem, como papel, polietileno e até alumínio”, é enviá-las a algum projeto específico de reaproveitamento do material. De acordo com Aline, o Projeto “Paredes do Bem”, no Distrito Federal, utiliza esse tipo de embalagem para fabricar placas térmicas impermeáveis, "usadas na fabricação de revestimento nas casas de famílias em situação de vulnerabilidade social”.

Ela reforça, ainda, que as “tampinhas” plásticas das embalagens tetra pack ou de outros recipientes também são recicláveis e, quando acumuladas, podem ser vendidas. O dinheiro pode ser usado para a compra de cadeiras de rodas e fraldas infantis e geriátricas em diversos projetos sociais do DF. Já as embalagens de isopor (que também é um tipo de plástico), podem ser descartadas com outros materiais recicláveis.

Lixo contaminante: em época de pandemia, saber descartar o lixo caseiro de pessoas com Covid-19 é essencial. Foi o que explicou a servidora Cristiane Neris Abade, da Secretaria de Bem-Estar Social (Secbe). Segundo Cristiane, é necessário ter uma lixeira exclusiva para o descarte do lixo produzido por pessoas com a doença. O saco de lixo, usado para revestir a lixeira, deve ser marcado, com caneta permanente, com a frase: lixo contaminante. É importante também que o saco tenha o tamanho ideal para revestir a lixeira. Caso contrário, o lixo contaminado pode cair para fora da lata de lixo.

Misture uma solução de cinco colheres de sopa de hipoclorito de sódio para um litro de água. Limpe a parte interna da lixeira antes de adicionar o saco de lixo, e, todas as vezes que essa lixeira for manipulada, adicione uma borrifada com a solução. Por exemplo: jogou o resíduo na lixeira, aplique a solução.

Para o descarte da sacola de lixo é essencial retirá-la pela parte externa, higienizada com a solução de hipoclorito e acondicionada em um outro saco, também identificado com a frase "lixo contaminante" e, depois, dispensar a sacola no local de costume.

Embalagens plásticas: Irani Pierre de Araújo, do Núcleo de Conservação Predial e Copeiragem (Nucol) e coordenadora do Grupo de Gestão de Resíduos do PLS do TRF1, explicou que, para se evitar pragas urbanas como formigas, baratas e ratos, é necessário limpar o resíduo de comida que fica nas embalagens plásticas descartáveis. Conforme esclareceu Irani, isso pode ser feito com um guardanapo ou até com um pouco de água. Essa ação simples facilita "o armazenamento dessas embalagens até que ela seja descartada corretamente e também evita a proliferação de pragas indesejáveis”.

Óleo de Cozinha: não descartar o óleo de cozinha nos ralos das pias ou nos vasos sanitários foi a dica da Nádia Santana, da Secretaria de Planejamento Orçamentário do TRF1 (Secor). De acordo com Nádia, uma boa maneira de se fazer esse descarte é acumular o óleo numa garrafa pet e depois encaminhá-la aos postos de coleta do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU) ou da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), para quem mora no Distrito Federal. Nádia sugeriu, ainda, que “se você tiver habilidade, pode reaproveitar o óleo fazendo sabão”. Há várias dicas na internet de como fazer esse tipo de produto de limpeza.

Descarte de vidro: Nilda Aparecida Alves, da Divisão de Comunicação e Expedição Administrativa (Dicad), também presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (CGPLS) do TRF1, explicou que o vidro “precisa de um longo tempo para a sua decomposição no meio ambiente, podendo chegar até a um milhão de anos”. Nilda esclareceu que, “apesar da dificuldade de decomposição ambiental, o vidro pode ser reaproveitado muitas vezes e de diversas maneiras diferentes”. Para isso, a melhor maneira de se descartar o vidro é encaminhar o material para postos de coleta de reciclagem. Essas instituições darão a destinação correta para os materiais.

Luvas e Máscaras: a maneira adequada de se descartar luvas e máscaras é usando uma sacola de lixo identificada como 'lixo contaminante', ensinou Priscylla Lopes, da Divisão de Saúde Ocupacional do TRF1 (Disao). Segundo ela, para se retirar as luvas é necessário puxá-las pela parte interna, as luvas sairão do lado avesso e poderão ser colocadas diretamente na sacola. Após tirar as luvas, higienize as mãos e retire a proteção facial, puxando-a pelas alças de elástico que ficam presas na orelha. Depois que o equipamento de proteção foi descartado na sacola, amarre o saco e acondicione esse lixo no local de costume.

Lixo orgânico: para Vanessa Siqueira, da Seção de Ações Educacionais Presenciais (Sedup), uma ótima maneira de se descartar o lixo orgânico é fazendo a compostagem. Ela explicou que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a compostagem não deixa cheiro forte no ambiente “devido ao acréscimo de materiais como serragem, folhas secas e borra de café”. Para se fazer a compostagem são necessários dois recipientes plásticos com abertura larga, que possam ser acoplados um em cima do outro, e materiais como serragem, folhas secas e borra de café. “Esse processo resulta em nutrientes que poderão ser usados para adubar o jardim”, destacou Vanessa.

PROGRAMAÇÃO DESTA SEXTA-FEIRA

Hoje é o último dia de programação da Semana do Meio Ambiente do TRF1. Às 15h, encerrando o evento, a professora Teresa Villac brinda o público com a live “Reflexões momentâneas com efeitos duradouros”. Teresa é doutora em Ciência Ambiental, filósofa, advogada da União e diretora de consumo sustentável do Instituto Direito por um Planeta Verde. Ela coordena, também, a Câmara Nacional de Sustentabilidade do Instituto Direito por um Planeta Verde, da Advocacia-Geral da União (AGU)

A live será transmitida pelo Teams e também pelo canal do TRF1 no Youtube.

Também será possível clicar no banner a ser disponibilizado no portal para ter acesso à live.

Um link também será enviado aos e-mails da 1ª Região com informações de acesso.

Participe!

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