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INSTITUCIONAL: Comitê Gestor de Crise do TRF1 avalia a primeira quinzena de retorno ao trabalho presencial

21/10/20 09:45

INSTITUCIONAL:  Comitê Gestor de Crise do TRF1 avalia a primeira quinzena de retorno ao trabalho presencial

 Em reunião nessa terça-feira, dia 20 de outubro, o Comitê Gestor da Crise do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) fez um balanço do panorama do Tribunal e das seccionais nos primeiros 15 dias após o retorno gradual ao trabalho presencial. O encontro ocorreu às 10h, via Teams, e foi conduzido pelo presidente do Comitê, desembargador federal Marcos Augusto de Sousa.

Na ocasião, os integrantes do Comitê puderam avaliar as condições e o contexto das diversas áreas do TRF1 e das seccionais nessa fase preliminar de retorno às atividades presenciais. Entre as questões analisadas pelo Comitê está o possível aumento do número de casos de Covid-19 nas unidades do Tribunal assim como nas cidades em que o TRF1 possui seccionais vinculadas.Segundo a diretora da Divisão de Assistência à Saúde (Diasa) e, também, coordenadora de segurança sanitária do Comitê Gestor de Crise, Ana Alice Siqueira Santos Carvalho, “o mais importante é que não tivemos um aumento no número de contaminados pela Covid-19, assim como mostra a evolução da doença no país, que se encontra com o número de casos estabilizado, sem aumentos significativos”.

O juiz federal em auxílio à Corregedoria Regional da Justiça Federal da 1ª Região (Coger) Newton Pereira Ramos Neto destacou o quadro positivo apresentado nessa fase preliminar do retorno. “Vivemos um quadro bom e animador, não tivemos reclamações das Seções Judiciárias quanto ao retorno ao trabalho presencial. O clima tranquilo que os servidores apresentam está sendo fundamental para o sucesso do retorno gradual. O que está acontecendo é melhor do que todas as expectativas que tínhamos”, avaliou.

Outro ponto de destaque do retorno gradual foi a divulgação da campanha com as medidas adotadas pelo TRF1. De acordo com a chefe da Assessoria de Comunicação do Tribunal (Ascom), Ivani Morais, “nós intensificamos a divulgação tanto virtual quanto presencial com afixação de cartazes em todo o Tribunal, além de disponibilizarmos para as seccionais todo o trabalho desenvolvido aqui a fim de ajudar e contribuir na divulgação das medidas adotadas em toda a 1ª Região”, explicou.

Ionice de Paula Ribeiro, diretora da Secretaria de Benefícios Sociais e Saúde (Secbe) salientou que nenhum caso grave de Covid-19 foi registrado no TRF1 e que houve a redução no número de pedidos de exames para a doença. “Nós conseguimos fazer um trabalho muito eficaz relacionado à assistência a saúde dos servidores”, enfatizou a gestora.

Para Marcos Barbosa, diretor da Coordenadoria de Sistemas de Informação, a liberação de ferramentas como o Bookings, de agendamento para atendimento virtual e presencial, e do e-Proc, para o peticionamento eletrônico de autos físicos, “foram medidas extraordinárias que diminuíram a quantidade de pessoas fisicamente no Tribunal”.

Etapas posteriores – Diante da resposta positiva à fase preliminar do retorno gradual, o desembargador federal Marcos Augusto de Sousa propôs aos integrantes do Comitê que avaliem o avanço para as etapas posteriores.

Dentre as questões colocadas em pauta na reunião, o secretário-geral da Presidência do TRF1, juiz federal Cleberson José Rocha, destacou a importância do uso efetivo do Bookings para o cadastramento de todas as pessoas que acessam as dependências do Tribunal e da necessidade de esse cadastramento ser realizado ainda nas portarias a fim de se manter o controle do número de pessoas em circulação nos prédios da Corte.

Outra questão discutida com a finalidade de encaminhar o TRF1 e suas seccionais para uma etapa posterior de retorno gradual foi levantada pelo diretor-geral da Secretaria, Carlos Frederico Maia Bezerra. Para ele, a partir dos bons resultados apresentados na fase preliminar, as unidades do Tribunal podem avaliar, de acordo com suas necessidades e baseados nas medidas de segurança já implementadas, a possibilidade do aumento do número do efetivo de pessoas trabalhando presencialmente.

Segundo o presidente do Comitê, para avançar etapas no retorno gradual , é necessário traçar um plano específico. De acordo com o desembargador Marcos Augusto de Sousa, a melhor maneira de se traçar esse plano e um número para aumento da presença de pessoas no TRF1 será avaliando as necessidades específicas de cada unidade após um levantamento junto aos gestores. Esse levantamento indicará o percentual necessário ao aumento do efetivo de cada unidade, se há a necessidade desse aumento e que ele seja previsto considerando as especificidades de cada unidade. Assim, depois de concluído o levantamento, o Comitê de Crise terá a possibilidade de estipular um novo percentual máximo de pessoas que podem estar presentes fisicamente no Tribunal.

“A tranquilidade e confiança de todos envolvidos nessa etapa preliminar é uma conquista. Essa primeira fase foi muito importante para as pessoas perceberem que todo o trabalho está sendo feito com segurança e mais ainda para avançarmos para a fase seguinte”, afirmou o presidente do Comitê, desembargador Marcos Augusto de Sousa.

Maria Cristina Turnes, diretora da Secretaria de Gestão Administrativa (SecGA), destacou o estudo já realizado pela Divisão de Engenharia do TRF1 (Dieng) sobre a ocupação das estações de trabalho. Essa análise concluiu que o efetivo do corpo funcional trabalhando presencialmente pode chegar a até 50%.

“Esse estudo mostra que há a possibilidade de aumento do percentual de pessoas no Tribunal dentro da margem de segurança já estabelecida”, ponderou o desembargador Marcos Augusto.

Ao fim da reunião, ficou estabelecido que no próximo encontro do Comitê, agendado para a próxima terça-feira, dia27, serão analisadas as manifestações das unidades do TRF1 acerca do aumento de percentual de pessoas presencialmente em cada unidade e da passagem para a etapa seguinte do retorno. Além disso, foi enviado o estudo da pesquisa às seccionais para acompanhar a evolução do retorno gradual nas seccionais.

“Nós estamos no caminho certo com as medidas que foram adotadas até agora, a Administração do Tribunal está agindo com muita cautela, o que está possibilitando o sucesso de implemento das medidas para o retorno agora”, concluiu o presidente do Comitê, Marcos Augusto de Sousa.

Participaram, também, da reunião: Estela Maria Barbosa Cruz, diretora da Secretaria de Gestão de Pessoas (SecGP); Lúcio Melre da Silva, diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação (Secin); Wânia Marítiça Araújo Vieira, diretora da Secretaria de Governança, Gestão, Gestão Estratégica e Inovação (Secge) e Clécio Martinelli França, diretor da Coordenadoria de Inteligência e Segurança Institucional (Coisi).

RF

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